quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Lançamento do livro Tributo ao ridículo
Primeiro gostaria de agradecer a todos que acessam meus blogs e sempre estão dando uma espiadinha.
No dia 25 de Setembro de 2013 realizarei um sonho e gostaria de compartilhar com vocês. O lançamento do meu livro "Tributo ao ridículo" que são alguns textos dos blogs e mais um monte de textos inéditos.
Gostaria de convidar todos os amigos do blogger a comparecer no lançamento.
Quem curtir a ideia pode confirmar presença aqui nesse post no facebook
http://www.facebook.com/events/300611716750699
Aos que estão longe podem adquirir o livro no site da editora a partir da data de lançamento
http://www.editoramultifoco.com.br/
Um grande abraço =D
terça-feira, 19 de março de 2013
Tratado do incompreensível
Mulher é feito impressão digital, não existem duas iguais.
A Teoria do Caos provavelmente foi baseada em uma mulher.
Cada mulher tem seu ponto de ativação único que tem resultados únicos e inexplicáveis.
Só a uma forma de conhecer as mulheres, é não conhecendo.
Decifrando como se fosse a primeira e única, decifrando cada detalhe,
tocando cada centímetro, fazendo-a delirar.
Faça uma mulher feliz e terá todas aos seus pés.
Faça uma mulher sofrer e se despeça da vida.
domingo, 22 de abril de 2012
Pensar em você
Pensar em você é como chover em mim mesmo,
Primeiro cai uma gota do seu sorriso em meu rosto,
Olho para o céu dos meus pensamentos
e vejo tudo tomado pelas nuvens dos nossos sonhos,
E logo cai mais uma gota do seu olhar
e nos meus lábios uma gota do seu beijo,
E em cada parte do meu corpo uma gota de ti.
Estou completamente molhado,
tomado por nossos pensamentos,
Desejos... amor.
No meu rosto já não sei definir água e lágrimas,
Assim como em nossa cama não existe nem eu, nem você.
Somente nós, somente um , somente amor...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Tapas na cara
São 8:15 da matina de uma segunda-feira típica. Peço um pingado e um pão na chapa, o velho Bukowski, que me entende bem, continua me contando sobre o cão dos diabos. Estou longe de dar alguma importância a minha dor, não sou egoísta a esse ponto. A garçonete vem com o café, com um olhar distante, inquieto, sofrido... Servindo, varrendo, aturando o humor ácido de seu chefe com cara de porco explorador. O celular só me informa a hora, não me conta o que quero ouvir... Então peço mais um café, mais energia para esse dia de ócio nada criativo. O pensamento acelera, maldita cafeína que ativa esse macaquinho mental que pula de um problema ao outro, da falta e grana aos estudos, do meu tênis furado a nova tatuagem que pensei em fazer. Nunca vi ninguém fazer uma analogia de problemas com bananas, problemas são baratos demais para isso. Quando começo a perceber pessoas gralhando a minha volta. falando sem dizer nada, felizes são elas sem julgar seus problemas complexos, sem pensar que sabem os mistérios da vida, sem achar que são pensadores... A vida está aí pronta para te dar tapas na cara e quanto mais você acha que sabe, mais você vai apanhar.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Ode a Primavera
Que a primavera venha com novos ventos,
Renovando o fôlego, vem lua nova.
Abra novos caminhos...
Abra novos caminhos...
Mostrando que tudo se renova.
Iniciando esse novo ciclo,
Com ele o desejo de mudança,
O Anseio por paz e conquista,
E a vontade de amar... De esperança.
Deusa da primavera que renasce após a partida
da anciã,
Que sua luz brilhe sobre nós através de suas
filhas na terra,
Que seu perfume acalme nossas almas marcadas
pelo Inverno,
Que suas flores nos tragam sorrisos sinceros
e puros,
Que o brilho dos seus olhos busque a verdade
no fundo dos corações,
E o toque dos seus lábios de doçura a nossos
espíritos.
Que o brilho e o perfume da primavera vibrem
no coração de todos os seres.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Depois da tempestade
Depois da tempestade o sol voltou a sorrir para mim,
Seu brilho noturno em plena sexta-feira fumegante,
Depois de tantos raios que caíram sobre mim,
Mereço essa paz em seus olhos de diamante.
Não quero mais falar do passado, daquele ciclo negro a
partir da primeira ponta de Judah,
Quero falar do presente, da presença, do puro prazer de
estar...
Esse quase que veio e se fez mais completo do que muitos completos
Pois nada é completo, tudo é um eterno quase, pronto para
ser conquistado
E prestes a escorrer pelas mãos...
E nesse quase completo, fico completamente nesse quase,
quase por inteiro.
Depois da tempestade o que veio agora foi apenas garoa,
Então não se deixe levar pelas correntezas que não existem,
Melhor respirar fundo e sentir o cheiro de terra molhada,
A vida é como o texto desse pobre pseudopoeta,
Começa rimando, termina desconexo.
Cada trecho tem uma função crucial,
Cada trecho exige uma compreensão.
Assim como cada
momento.
Assim como este momento.
Sinto constantemente esse perfume não por estar as vésperas
da primavera,
Sinto constantemente esse perfume não porque as flores já
preparam o desabrochar,
Sinto constantemente esse perfume não por estar as vésperas
da primavera,
Sinto esse perfume pelo simples fato de querer amar.
Depois da tempestade veio o amor,
Não deixe que morra antes de desabrochar,
Por temer nuvens passageiras,
Por temer sentir de novo o desejo de amar.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Lembra
Lembra de como era no inicio, entre sorrisos e descobertas,
O ápice do dia se resumia a um abraço gostoso, o “não” que
dizia “sim”,
Olhos brilhantes, aquele cheirinho gostoso no pescoço.
Lembra de como foi o primeiro beijo, as vésperas do primeiro
obstáculo,
Um dia especial que ficou marcado como inicio dessa
dualidade louca.
Felicidade e tristeza medindo forças como nunca...
Lembra das conversas, muitas conversas, algumas causariam
Uma explosão atômica em qualquer relacionamento,
Mas que simplesmente de desenvolveu como mais um tema de
Das nossas boas noites de conversas.
Lembra daquele dia em que tudo deu errado e rimos disso,
E na outra semana demos um belo troco na Lei de Murph.
Lembra quantas vezes pensou que não queria e se questionou,
Lembra quantas vezes decidiu partir, mas sentiu falta e
voltou.
Lembra de quantos nos dois lados do campo de batalha,
Disseram que não duraria nada, que logo chegaria ao fim.
De como era grande a incompatibilidade,
Espera aí? Encaixe?
Não sou um tijolo ou um Lego, e você? Também não!
Não somos blocos definidos e limitados,
Estamos em constante transformação.
Limitadas são as mentes que teimam em rotular...
Já se vão seis meses, quase nada, não é?
Talvez as ultimas semanas serviram para transformar,
Dar uma nova visão, trazer certezas, eliminar dúvidas.
Então lembra,
Lembra de hoje à tarde, sorrisos e conversas loucas,
Planos mirabolantes despretensiosos,
Lembra de mim, recebendo essa sua mensagem,
Enquanto escuto aquela música do Alceu,
Sim essa mesma, minha morena.
Lembra disso tudo e me diz que não valeu à pena...
Lembra disso tudo e me diz que não vale segui em frente...
Lembra...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Montanha Russa
Montanha Russa.
Até quando esse caminho será como montanha russa?
Até quando agüentar esse sobe e desce, esse looping?
Só desejo paz na mente e amor no coração,
Não gosto de reclamar, brigar, complicar... A vida já é
pesada demais.
Mas, como dizem, não
tenho sangue de barata.
Impossível não me envolver, impossível não querer mais...
Impossível não me decepcionar.
Há momentos em que se deve abrir mão do que desejamos,
E talvez esse momento esteja chegando, ou talvez já chegou.
O ser humano não acredita no que é real, acredita no que
deseja,
Mesmo que seja mentira... Mentira.
Não quero promessas de um futuro ou de um presente,
Não quero palavras com significados jogados ao vento.
Não quero ouvir o que gostaria de ouvir...
Quero ouvir a realidade, mesmo que seja maldade.
Mesmo que descubra que sou um punhado de areia escorrendo
pelos dedos.
Ou um grão dessa mesma areia que teima em entrar nos olhos,
Querendo ser a praia do Arpoador.
Não é difícil fazer valer a pena,
Não é difícil sair da sombra da maldade.
Não é difícil esquecer que é difícil.
Difícil é perceber que os esforços são vistos com
indiferença.
Assim como o sol que dá seu espetáculo todas as manhãs,
Mas a maioria da platéia continua em um sono profundo.
Assim vou eu, tentando até achar que chegou ao fim,
Mas o fim se camufla como um camaleão,
Ajustando-se ao colorido da vontade e da ilusão.
Assim sigo nessa montanha russa,
brincando de roleta russa,
Bebendo Vodka russa,
Aplicando a Reversal russa.
Lembrando que meu nome é de origem russa.
só posso constatar que realmente a coisa está russa.
Montanha russa.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Não sou do tipo.
Não sou do tipo galã, nem do tipo intelectual,
Não sou do tipo cult, nem do tipo machão,
Não sou do tipo sensível, nem do tipo frio dominador,
Definitivamente não sou do tipo... Ou sou do tipo errado.
Aquele que bebe, fuma, faz merda, faz chorar.
Aquele que cuida, faz carinho, dengo, que ouve.
Aquele que sente ciúme, medo, raiva, amor.
Aquele que “quer tudo como quem não quer nada”.
Sem rótulo, sem tipo, sem jeito, sem vergonha.
Não sou e nem pretendo ser aquele dos sonhos de ninguém,
Pois expectativas só trazem decepções.
Não pretendo ter um amor eterno, nem viver na eterna putaria.
Não pretendo...
Quando a vida me der amor, amarei. Quando der dor, chorarei.
Quando der solidão, meditarei. Quando der vida, viverei.
Talvez seja o tipo certo de pessoa errada ou o errado que pode dar certo.
O certo é que quero viver intensamente cada segundo,
O certo é que quero ser FELIZ!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Momentos
Ele tem uma tarde gostosa com ela, faz aquele amor escondidinho e arriscado que trás aquela adrenalina, a noite ela passa da conta da bebida, então ele está ali, cuidando dela, no vento, na chuva, sentado na beira do rio. Sozinhos na multidão que passa pra lá e pra cá atrás deles... Curtindo aquele momento juntos. Pessoas passam e comentam, riem, mas a maioria acha bonitinho, romântico. Então alguém passa e fala: Que lindos, curtindo a fossa juntos e canta “amor i love you"
Ela então começa a cantar a música pra ele, baixinho no ouvido
Os dois cantam juntos, ali sentados, num só coro, corpo, alma, fossa.
Ela se recupera depois de algumas horas, eles então já riem tranquilamente da situação.
Poucas horas depois, no caminho de volta a cidade, a realidade. Ela diz que não sabe o que sente que não sabe se quer. Ele então só diz que seja o que Deus quiser.
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